quarta-feira, 6 de setembro de 2017

AGÊNCIA OLHARES ASSINA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO. DA CURATE CLINICA MEDICA











Mais uma vez a Olhares Agência de Comunicação assinou a campanha do dia mundial do coração da curarte. O tema da campanha"Coração saudável fortalece ossentimentos".
enfatizou a relação entre o coração, orgão, e o sentimento. Metaforicamente o coração é o guardião dos sentimentos, o amor fica dentro do peito.


Justificativa do tema:


Hábitos saudáveis auxilia a prevenção de doenças, a saúde do coração e conseqüentemente o sentimento das pessoas. Quem está em dia com a saúde, vive melhor, se relaciona melhor e certamente ama mais. Amor em todos os sentidos, independente da relação de parentescos.  

•Portanto, Coração saudável fortalece os sentimentos.

A Campanha contou com mídias de onibus, outdoor, cartaz e panfletos que foram distribuídos e colocados em lugares estratégicos.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Porque a Linguagem Gráfica funciona e como ela consegue cativar as pessoas.

Muitas pessoas questionam o poder de persuasão da imagem gráfica e sua contribuição para o negócio das empresas. Alguns argumentam que investir em comunicação visual é secundário, pois não traz receitas para a empresa e em épocas de crise o procedimento padrão é cortar investimentos em qualquer tipo de comunicação. 

Outros não dão o devido valor ao trabalho criativo, não querendo pagar o preço justo por um trabalho que só faz melhorar a aparência, “perfumaria”.

Neste sentido, vale muito a pena esclarecer o mecanismo de ação das mensagens gráficas e subliminares, como os símbolos, ícones, cores, imagens e diversos tipos de mensagens e sensações - que os designers e publicitários utilizam em seu trabalho - na mente humana.

O cérebro humano pode ser (de uma forma generalizada) divido em mente racional e mente emocional, cada uma funciona de maneira diferente nas diversas situações às quais estamos expostos no dia-a-dia. Este funcionamento é extremamente complexo e, para o nosso propósito, basta destacar os pontos principais da mente emocional, que é a parte do cérebro humano que absorve a comunicação gráfica.

A mente emocional, também conhecida como o inconsciente, possui uma lógica associativa, por essa razão, é sensível a todo tipo de metáforas e imagens. Assim, a arte, a música, os romances, os filmes, peças de teatro etc. encontram uma via direta de comunicação com nosso inconsciente.
O processo primário de pensamento (conforme a classificação de Freud) está por trás de nossas paixões, como a religião e o futebol. Na mente emocional, tudo é atemporal e sem causa e efeito, nela tudo é possível; as coisas não precisam, necessariamente, de uma definição objetiva, o mais importante é como as coisas são percebidas. No inconsciente, as coisas são como parecem ser, ou seja, para a nossa memória, é mais significativo como percebemos as coisas ao nosso redor do que o que o que estas coisas realmente são.

A mente racional procura fazer conexões lógicas entre causa e efeito, já a mente emocional não faz esse tipo de diferenciação. O raciocínio emocional é como o de uma criança: categórico, sem meio termo. É um raciocínio personalizado: “tudo que acontece, acontece para mim, em minha direção.”, o observador é o centro dos acontecimentos. É um modo de pensar quase autoconfirma, se agarra a tudo que possa reforçar sua crença e nega tudo que possa abalar essa crença. A mente racional, ao contrário, não possui crenças firmes, tudo pode ser confirmado ou substituído, o tempo todo, a a cada novo acontecimento, o que convence a mente racional são os fatos objetivos e não as experiências.

Os fatos percebidos pela mente emocional tornam-se verdades absolutas, sendo eles percebidos como bons ou ruins, daí ser tão difícil argumentar com alguém que está sob o efeito de uma paixão, assim os pensamentos se autojustificam por uma série de percepções e de “provas” convincentes que a própria pessoa associa aos fatos da memória emocional.

E é por este canal que se percebem as marcas, é por este canal que as memorizamos e associamos tudo o que acontece com as empresas e nossas experiências,boas ou ruins, com seus produtos e serviços. Através da mente emocional construímos nossa percepção, nossa “verdade inabalável” sobre as empresas com as quais temos contato.


Portanto, cores, textos, formas, símbolos, ambientes, assinaturas sonoras e aromáticas, experiências táteis e gustativas e toda a sorte de contatos com as marcas e seus componentes que sejam capazes de gravar na mente emocional, boas memórias e sensações, terão a capacidade de nos fidelizar, gerando novas vendas e facilitando a aceitação de um preço mais elevado pela renovação destas experiências.

A comunicação de arcas trabalha na mente das pessoas sem que elas se dêem conta e com uma força muito maior que a razão jamais poderá alcançar.

sábado, 13 de novembro de 2010

DILMA TERÁ MAIS DE 1,1 BILHÃO PARA PUBLICIDADE

Seg, 01 de Novembro de 2010 16:10
Dilma Rousseff, com 56% dos votos, é a primeira mulher eleita para governar o Brasil. Ela terá pelo menos R$ 1,1 bilhão para investimentos em publicidade institucional, de utilidade pública e das empresas estatais como a Petrobras, que tem um orçamento anual de R$ 250 milhões, assim que assumir a Presidência da República em janeiro de 2011. O governo é o maior anunciante com verba líquida do País. As Casas Bahia, apontada como o que mais investe em publicidade, só sustenta essa posição na conta bruta, sem descontos, que chega a R$ 3,2 bilhões. Mas sua verba líquida é de R$ 500 milhões, equivalente a 3% do faturamento.
Este ano, devido a exigência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que limita o gasto de comunicação na mídia à média dos últimos três anos, a verba é de R$ 903,5 milhões. No ano passado o governo reservou R$ 1,174 bilhão; em 2008 R$ 1,149 bilhão; e em 2007, R$ 1 bilhão. Normalmente, no primeiro ano de mandato, a verba costuma ser reduzida, afinal é o tempo para se rever conceitos, foco de comunicação e também de fornecedores de serviços.
A Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República) revelou ao propmark que o valor proposto para publicidade institucional e de utilidade pública na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2011 é de R$ 205 milhões. A proposta foi encaminhada pelo secretário executivo da Secom, o jornalista Otoni Fernandes Jr., no mês de setembro à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional e sua aprovação deve acontecer até 31 de dezembro. O Orçamento Geral da União para 2011 prevê R$ 967,6 bilhões, que significa que o governo reserva cerca de 1% para ações de mídia. Porém, o montante não contabiliza as receitas financeiras e investimentos de R$ 159,5 bilhões, dos quais R$ 107,5 bilhões das empresas estatais (a maior parte deles para a Petrobras R$ 91,2 bilhões), e R$ 52 bilhões para projetos públicos de governo como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Agências
Atualmente a conta da Presidência da República é administrada em conjunto pelas agências Matisse, 141 Soho Square e Propeg, que podem ter seus contratos revistos pelo próximo governo, afinal esse compromisso foi prorrogado até fevereiro de 2011. A três, já com briefing em mãos, disputam a preferência da Secom para criar a primeira campanha insticional do governo, resultado que deve ser anunciado nos próximos dias, segundo a assessoria de imprensa da secretaria.
Ainda não há um nome definido por Dilma para comandar a área de comunicação, atualmente sob a gestão do jornalista Franklin Martins. A Secom é dirigida pelo também jornalista Otoni Fernandes Jr. A indicação deverá ser de Antonio Palocci, o homem forte dos bastidores da campanha de Dilma e cotado para chefiar a Casa Civil, que dá as diretrizes na Secom.
A presidente eleita teve a coordenação de comunicação da sua campanha comandada por João Santana, marqueteiro que trabalhou na reeleição de Lula em 2006. Entre os publicitários que integraram sua equipe estão Alexandre Okada, para a criação dos comerciais, que está de partida para trabalhar na Europa. Marcelo Kertz, redator, e Lô Politti, diretora, que atuaram na criação dos programas de TV com o jornalista Eduardo Costa, também já estão no mercado.
Saúde
Logo após o início da disputa eleitoral, as concorrências de publicidade do governo praticamente ficaram estagnadas. A do Ministério da Saúde, por exemplo, é uma das quais os prazos preestabelecidos não foram levados a cabo. É o maior anunciante da administração indireta com volume de autorizações de mídia em 2009 de R$ 130,9 milhões. A verba sugerida no edital de licitação de 2010 é de R$ 120 milhões. As atuais fornecedoras (Duda Propaganda, Propeg, Agnelo Pacheco e Master) estão na disputa com outras 27 agências habilitadas pela comissão que coordena o processo seletivo, sob a liderança do executivo de marketing Marcier Trombiere.
Por outro lado, a concorrência do Ministério do Desenvolvimento Social, com orçamento anual de R$ 15 milhões, foi cancelada. Na hora da abertura dos envelopes da concorrência, que deve ser apócrifa, o primeiro deles identificava o nome de uma agência. Até o mês de agosto a Competence e a Ogilvy & Mather detinham a conta que investiu R$ 16 milhões no último ano do compromisso. O Ministério do Esporte também está em processo seletivo de agência de publicidade e sua verba é de R$ 44 milhões. O resultado é prometido para dezembro.
Para a Copa do Mundo de 2014 o governo já começou a abrir o cofre para atender as exigências da Fifa e do Comitê Olímpico Internacional. O Ministério do Planejamento, que elabora o texto final da LDO, sugere gastos de R$ 444 milhões em 2011 para a Copa. Para as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro a proposta é de R$ 1,1 bilhão no ano que vem.
Estatais
O valor destinado à publicidade das empresas estatais, que tem concorrentes no mercado, foi de R$ 724 milhões em 2009. São gigantes como a Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal que, em conjunto, têm verba de mídia superior a R$ 650 milhões por ano. Os contratos com a Artplan e Master, responsáveis pelo Banco do Brasil, venceram dois dias depois das eleições do 1º turno no dia 3 de outubro, mas há prerrogativa de renovação até o final de 2011. A CEF, atendida pela Fischer + Fala!, Nova S/B e Borghierh/Lowe, tem a prerrogativa de estender os compromissos por até três anos.
As agências que atuam no governo são a Staff, Leiaute, Oana, Giovani+Draftfcb, DC3, OMG, Artplan, Master, Mota Comunicação, SLA, Giacometti & Associados, NovaS/B, Saga, Borghierh/Lowe, Fischer+Fala!, Lume, Agência 3, Minhagência, Parla, Oficina de Ideias, Mart Pet, Mediacom, Agênciamob, Link/Bagg, Arcos, W/McCann, e21, D&M, PRM, DeBrito, DM9DDB, Duda, Propeg, Agnelo Pacheco, DPZ, Ogilvy & Mather, Competence, Fields, RC Comunicação, 141 Soho Square, Quê!, F/Nazca Saatchi & Saatchi, Matisse, Heads e 141 Soho Square.
por Paulo Macedo

QUEM SÃO OS ANUNCIANTES NA PROPAGANDA BRASILEIRA?

A máxima "a propaganda é a alma do negócio" nunca foi tão pertinente no Brasil como no início deste século. A análise do mercado pátrio permite concluir que as verbas investidas em propaganda são cada vez maiores e acompanham o crescimento das empresas anunciantes. Na verdade, não se tem certeza se o crescimento gera maior investimento em propaganda ou se o resultado da publicidade é o próprio desenvolvimento econômico, formando um ciclo. É sabido, porém, que o mercado brasileiro de publicidade experimenta notável expansão, mesmo que empresas tradicionais sejam ultrapassadas em volume de propaganda por novos empreendimentos, com propostas diferentes.
Para começar, elucidativo é o exemplo da Coca-cola. Sem dúvidas, os investimentos da Coca-Cola em publicidade já foram maiores, mas atualmente, correspondem a aproximadamente 14% de seu faturamento líquido, no caso brasileiro. Todavia, resta evidente o grande aporte de recursos se comparados com aqueles que a Coca declara como investimento em ações assistenciais que, em 2004, foi de R$ 41 milhões, valor que equivale a 0,63% de seu faturamento bruto em 2003, que foi de R$ 6,5 bilhões. Segundo a companhia, a verba destinada equivale a 1% de seu faturamento líquido, de R$ 4 bilhões. O esforço de comunicação de determinada campanha social costuma representar volume siginificativo se comparado com a verba destinada exclusivamente à responsabilidade social. Vale ressaltar que o orçamento de marketing da Coca-Cola foi de R$ 550 milhões em 2004[1].
Outra gigante do varejo, ramo de comércio que lidera com 26,8% os investimentos em propaganda, é a Nike. A marca esportiva gastou US$217 milhões em 2006 com propaganda nos Estados Unidos. A soma desses investimentos em marketing e publicidade é alta, mas, em considerando que 2008 é ano olímpico, os gastos extraordinários em marketing são investimentos plausíveis.
Voltando ao contexto brasileiro, imperioso mencionar que as Casas Bahia aparecem mais uma vez no topo do ranking dos maiores anunciantes do país, com uma vantagem cada vez maior para a Unilever Brasil, a segunda colocada. Segundo a pesquisa, a empresa varejista investiu R$ 1,084 bilhão em propaganda no primeiro semestre de 2007. A assessoria da Casas Bahia informa que a empresa tem como política investir 3% do faturamento bruto em propaganda, mas alega que os números do Ibope não representam a realidade porque são baseados em tabela cheia, sem descontos e negociações.
O comércio varejista, como já mencionado, é o segmento que mais investe em propaganda no país: R$ 4,382 bilhões. Com um crescimento de 45% entre 2006 e 2007, o mercado financeiro e de seguros assumiu a segunda posição. Outro destaque é o setor de veículos, peças e acessórios, que cresceu 115,1% e investiu R$ 919 milhões.
Entre os 20 maiores anunciantes, é possível constatar a presença de empresas do varejo, de telecomunicações e quatro de montadoras. Abaixo, o ranking das empresas:

Anunciante
Investimento em 2007 (R$)
Investimento em 2006 (R$)
1 Casas Bahia
2.765.590
2.093.896
2 Unilever
1.423.110
835.418
3 Caixa Econômica Federal
581.703
373.941
4 Ambev
537.030
481.207
5 Ford
512.203
363.404
6 Fiat
493.091
410.238
7 General Motors
441.208
416.151
8 Vivo
435.623
300.323
9 Claro
405.957
288.856
10 Colgate-Palmolive
401.016
260.495
11 Petrobras
396.250
347.453
12 Bradesco
389.464
312.962
13 Banco do Brasil
373.151
333.902
14 Ponto Frio
367.425
292.125
15 Grupo Pão de Açúcar
364.520
399.112
16 Volkswagen
349.132
243.504
17 Coca-Cola
333.264
225.207
18 Insinuante
300.533
235.166
19 Peugeot Citroën
319.694
222.320
20 Itaú
296.508
302.332
21 Kaiser
296.234
167.289
22 DM Farmacêutica
292.531
217.395
23 TIM
275.113
258.855
24 Cyrela
263.377
197.696
25 HSBC
258.627
152.758
26 Reckitt Benckiser
254.156
114.589
27 Avon
250.239
131.025
28 Hyundai Caoa
247.634
132.419
29 UOL
247.318
140.001
30 Telefônica
231.244
232.183




Conforme o ranking do Ibope Monitor acima, os dois líderes em volume de investimento em publicidade se distanciaram ainda mais. Casas Bahia continua como maior investidora em mídia, somando R$ 2,765 bilhões, alta de 32% em relação ao ano anterior. A segunda colocada, Unilever, foi a empresa que apresentou a maior alta entre as líderes, vale dizer, 70%, atingindo R$ 1,423 bilhão.
Importante destacar a atuação da Caixa Econômica Federal, que, com expressivo desenvolvimento, somou R$ 582 milhões, subindo para a terceira posição. A Colgate-Palmolive, do ramo de higiene, é outra empresa que aumentou consideravelmente sua presença na mídia.
O Ibope Monitor contabilizou o investimento em mídia no ano passado e chegou à inesperada quantia de R$ 51 bilhões, refletindo alta de aproximadamente 30% em relação aos R$ 39 bilhões de 2006. Entretanto, imperioso ressaltar que cerca de 10% desse valor se deve às mudanças na metodologia do Instituto, eis que este aumentou de 29 para 37 as praças pesquisadas:
"Visando dar maior precisão aos valores de investimento em mídia, o Ibope passou a considerar as veiculações nas salas de cinema de dez cidades, aumentou de 21 para 77 as emissoras de rádio monitoradas e adicionou mais oito mercados de TV aberta (Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, São Luiz e Teresina). Com isso, enquanto os dados de 2006 se referem a 29 praças de TV aberta, os de 2007 incluem 37. Os outros meios aferidos são revista, jornal, outdoor e TV por assinatura.
O levantamento, que considera os valores de tabelas dos veículos, sem levar em conta os descontos normalmente negociados com agências e anunciantes, não apresenta mudanças significativas na divisão do bolo publicitário brasileiro no ano passado. A soberana TV aberta avançou um ponto, fechando com 50% do total, assim como o rádio, que agora detém 4%. Jornal emagreceu dois pontos, ficando com 29%. O cinema estreou no estudo com 1%, enquanto a já minguada verba de outdoor foi nocauteada pelo Cidade Limpa, da capital paulista, sendo reduzida a 0,1%. Revistas (9%) e TV por assinatura (8%) mantiveram os percentuais de 2006.
(Bases utilizadas: 2007 - Monitor Evolution, 37 mercados; 2006 - Monitor Plus, 29 mercados. Descontadas campanhas públicas de anunciantes governamentais, mídia interna, infomercial, televendas, veículos e empresas exclusivas de grupos de comunicação)[2]".
Dessa forma, no Brasil, a liderança do investimento publicitário continua com as lojas de departamento, o que, pelo critério do Ibope/Monitor, inclui redes de lojas como Casas Bahia e Magazine Luiza.
O segundo e terceiros lugares estão próximos, como já mencionado. As auto-revendas e concessionárias de automóveis apresentam queda no investimento. No valor do cálculo, porém, o Ibope/Monitor não inclui investimentos de R$ 491,3 milhões das montadoras em veículos de passeio nacionais.
Importante destacar o crescimento do setor de construção civil e incorporação, impulsionado por facilidades de crédito ao consumidor. Tal setor ampliou o investimento publicitário, que era de R$ 1,1 bilhão em 2004, para R$ 1,6 bilhão em 2005, por exemplo.
O entretenimento também recebeu considerável aporte de recursos a partir de 2005, com o setor de excursões e viagens, capitaneado pela CVC, investindo R$ 557,7 milhões, ante R$ 387,1 milhões em 2004. Não obstante, impende mencionar que o empréstimo consignado, inclusive para aposentados, fez com que o investimento publicitário de bancos, financeiras e outras empresas de crédito desse um salto de 2004 para 2005, passando de R$ 279,4 milhões para R$ 670,2 milhões. O crescimento foi de 139%, o que rendeu ao setor melhor posição no ranking Ibope/Monitor.
Em suma, o setor de publicidade é deveras importante para o desenvolvimento econômico da sociedade brasileira e recebe a cada ano maior investimento. O varejo continua sendo o "carro-chefe" das propagandas.

CREDITO:Rafael Klautau Borba Costa.
fonte:http://www.arcos.org.br/artigos/quem-sao-os-anunciantes-na-propaganda-brasileira/#topo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Estudo conclui que crianças entendem propaganda

As crianças sabem que o papel da propaganda é apresentar o produto de maneira mais atraente do que ele realmente é, a fim de vender mais, apontou a pesquisa Kids Experts 2010. “Eles são observadores e curiosos. Buscam saber o que está por trás da propaganda. Não acreditam em tudo o que veem e sabem argumentar”, disse Pablo Verdin, vp de pesquisa para América Latina da Turner. O estudo realizado anualmente pela Turner International do Brasil, programadora de TV por assinatura dos canais Cartoon Network e Boomerang, teve como tema em 2010 a publicidade infantil.
A pesquisa foi feita com grupos de crianças de 6 a 8 anos, de 9 a 11 anos e de 12 a 15 anos e com mães de crianças de 9 a 11 anos, das classes AB, em residências com TV paga. Foram usados grupos de discussão e as tecnologias eye-tracking e trace, além de oficinas criativas, nas quais as crianças criaram suas próprias campanhas para incentivar a preservação da água. “O estudo trouxe informações muito importantes. Primeiro, para nosso próprio conhecimento, depois para dividir com nossos colaboradores”, explicou Rafael Davini, vp de publicidade e marketing da Turner.
A pesquisa realizada com as mães de meninos e meninas de 9 a 11 anos mostrou que elas acreditam que a mídia não tenha um papel principal para influenciar as crianças a quererem determinados produtos. As mães se disseram contra a proibição da publicidade infantil. “Elas veem a publicidade como algo que pode ajudar porque estimula a dar limites e a mostrar o valor do dinheiro. A TV é uma janela para o mundo lá fora”, contou Verdin. Segundo o estudo, as mães acreditam que as crianças sofrem mais influência de compra pelos amigos e que a mídia tem um papel secundário nesse caso. “As crianças entendem que a propaganda tem o objetivo de vender produto”, falou o vp de pesquisa para América Latina da Turner.
A pesquisa também mostrou os elementos que mais chamam a atenção das crianças nos comerciais. A presença de crianças, personagens, celebridades – desde que haja uma relação verossímil com o produto –, animação, humor e presença do produto são boas opções para chamar a atenção dos pequenos. “Nos vídeos que a gente viu, a taxa de conversão era mais alta com a presença de personagens”, disse. Entre os meninos ação e efeitos especiais são bem relevantes. “Recall entre os meninos é cinco vezes mais alto se tiver ações e efeitos especiais”, falou. Já para as meninas, as cores são mais importantes. O executivo destacou as principais observações feitas a partir do estudo. A primeira é que os pequenos não gostam de ser tratados como crianças. “Eles ficam ofendidos se identificados como muito infantis”, disse Verdin.
Outro aspecto importante é que menos é mais. Se há menos elementos na tela, o foco é maior. A marca recebe mais atenção se ela aparece em cenas exclusivas. Na visualização de elementos, algumas dicas são usar mais movimento, mais contraste e tamanho maior. O tempo de exposição também deve ser levado em conta. Para crianças menores, os textos devem ser evitados. “Se ele for maior e for complementado com o áudio é melhor para a compreensão”, explicou Verdi. Para aumentar a empatia e a lembrança, o humor é um bom recurso.
A pesquisa mostrou também que as crianças conhecem claramente o limite entre a realidade e a fantasia. Os entrevistados foram questionados se eles achavam que os produtos pareciam maiores ou melhores nas propagandas do que na realidade, e a resposta mostrou que eles tinham essa consciência, mas não entendiam como algo negativo. “Eles estão muito conscientes do que vêm dentro da caixa”, contou Verdin. Segundo o executivo, se o comercial não tem esses elementos que melhoram o aspecto do produto, as crianças entendem como descuido. A mesma pesquisa está sendo realizada pela Turner na Argentina e no México.
Fonte: Propaganda e Marketing

ELEIÇÃO DOS MELHORES DA COMUNICAÇÃO MINEIRA - 2010


O Prêmio


Há algum tempo que a comunicação tomou novos rumos. A cada dia a propaganda, a publicidade, o jornalismo, as relações públicas, fornecedores e todas as formas de contato com o consumidor estão mais abrangentes e interativas para alcançar melhores resultados.
Uma exigência cada vez maior para anunciantes, empresas e profissionais do mercado mineiro que além de descobrir novas formas de diálogo, propõe novas alternativas e formatos de contato para um mundo globalizado, conectado e hiper-comunicativo.
É nesse sentido que a AMP – Associação Mineira de Propaganda, o SINAPRO – Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais e outros parceiros promovem o Prêmio: Os Melhores da Comunicação Mineira 2010.
Uma iniciativa que visa valorizar quem ultrapassa barreiras, se supera e se reinventa todos os dias para destacar as marcas, serviços e produtos para atender esse novo perfil de consumo extremamente exigente e qualificado.
O prêmio é uma avaliação retrospectiva da atuação das empresas e profissionais ao longo deste ano, em que todos podem ser agraciados dependendo exclusivamente do seu próprio desempenho. É exatamente essa característica que vem tornando essa iniciativa cada vez mais valorizada pelo mercado. Por causa disso, ela assume mais um caráter de reconhecimento do que simplesmente de premiação.
Nessa edição de 2010, o Prêmio conta com você para eleger profissionais e empresas em duas etapas. Veja os detalhesclicando aqui e não deixe de participar.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Publicidade: governo federal renova contrato de agências sem novas licitações

Do M&M Online
Em uma só tacada o governo federal renovou por mais um ano os contratos publicitários do Banco do Brasil (Artplan e Master), Caixa Econômica Federal (Fischer+Fala e BorguiErh/Lowe), Correios (Artplan e Link), Ministério do Turismo (141 e Agnelo Pacheco) e BNDES (NovaS/B e Giacometti).
O objetivo é aproveitar as cláusulas que permitem a prorrogação para evitar licitações durante a transição para o governo de Dilma Roussef, que pode mexer na secretaria de Comunicação, ou indefinições decorrentes de processos normalmente demorados, como o que ocorre atualmente no Ministério da Saúde, onde 37 agências aguardam o resultado há cerca de seis meses.
No próximo ano, porém, Caixa, Banco do Brasil, Correios e Ministério do Turismo serão obrigados a fazer novas licitações, enquanto o BNDES pode prorrogar seu contrato atual até 2012.
Fonte: Publicado em  por Brasília por Chico Sant'Anna

sábado, 6 de novembro de 2010

Projeto torna obrigatório o uso de imagem real em propaganda




A Câmara analisa o Projeto de Lei 7228/10*, do deputado Edmar Moreira (PR-MG), que proíbe o uso de fotos ou imagens “meramente ilustrativas” em propagandas de produtos veiculadas em jornais, revistas, panfletos, televisão, embalagens, sites e outros. A proposta obriga os anunciantes a retratar o conteúdo real do produto.
O projeto poderá trazer dores de cabeça a agências e anunciantes. As marcas passariam a ser obrigadas a retratar o conteúdo real do produto anunciado, lei que não existe atualmente. Segundo Edmar Moreira, hoje as empresas que utilizam imagens irreais dos produtos nas propagandas não podem ser punidas se incluírem o alerta “foto ou imagem ilustrativa”. O alerta exime a empresa de eventuais processos por propaganda enganosa.
De acordo com a proposta, o produtor/revendedor que descumprir a regra será punido com multa de R$ 1 mil. No caso de reincidência, a multa será de R$ 10 mil e o estabelecimento poderá ser fechado.
Tramitação
O Projeto tramita em conjunto ao PL 3197/97*, do Senado, que trata de propaganda enganosa em sorteios por telefone. As propostas serão analisadas pela Comissão de Constituição, de Justiça e de Cidadania, antes de serem votadas pelo Plenário.
Photoshop também é alvo
Outra proposta com intuito semelhante é a do PL 6853/10*, de autoria do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), que torna obrigatória a informação sobre manipulação de imagens.
A proposta já ganhou inclusive apelido no mercado brasileiro: "Lei do Photoshop", em menção ao programa cujas funções alteram imagens. Segundo a proposta, as imagens alteradas propositalmente deverão vir com a mensagem: “Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada”.
Um comunicado explica que a intenção do deputado é “acabar com a idealização do corpo humano pela publicidade e com a difusão da ideia de que as modelos e os modelos retratados são perfeitos”.
O projeto do deputado prevê multa para quem descumprir a Lei, se aprovada. Nesse caso, os responsáveis pelo anúncio ou pelo veículo de comunicação seriam advertidos com multas entre R$ 1,5 mil a R$ 50 mil na primeira infração sob pena de o valor dobrar em caso de reincidência. Ficará a cargo do Poder Executivo de definir os órgãos responsáveis por impor as sanções.
A proposta ainda será analisada por cinco comissões: Ciência e Tecnologia; Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; de Constituição e Justiça; e de Cidadania.

*Para saber detalhes do Projeto de Lei 7228/10, clique:http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=474961

* Para saber detalhes do Projeto de Lei 3197/97, clique:http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=19260

*Para saber detalhes do Projeto de Lei 6853/10, clique:http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=467269


Fontes: AD News / Portal Câmara dos Deputados